Baseline
ECG, SpO₂, pressão e EtCO₂ estão coerentes.
Conhecer o estado anterior permite reconhecer mudança real e velocidade.
Central de raciocínio e segurança
Raciocínio estruturado, troubleshooting e ferramentas cognitivas para monitorização perioperatória.
Princípio central
Um valor não é um diagnóstico. Reconheça, confirme, integre, priorize, aja e reavalie.
A página organiza a leitura dos monitores e encaminha crises para protocolos próprios. Nenhum LLM escolhe condutas em tempo real.
Revisado com Miller, Barash, padrões profissionais e recursos cognitivos oficiais · 2026-09-12
Do número à história fisiológica
A narrativa começa com uma SpO₂ em queda, testa a pletismografia e contrasta artefato provável com deterioração confirmada por múltiplos sinais.
Ir para conteúdoBaseline
Conhecer o estado anterior permite reconhecer mudança real e velocidade.
Alteração
O número chama atenção, mas ainda não identifica a causa.
Cenário A
Sensor, movimento ou baixa perfusão periférica ganham probabilidade. Corrija e confirme.
Cenário B
A coerência multissinal aumenta a probabilidade de evento real e a urgência.
Integração
Oxigenação, ventilação, circulação e técnica são avaliadas em paralelo.
Prioridade
Reconhecimento e tratamento ocupam camadas diferentes da plataforma.
Fechamento
Paciente, curva, tendência, efeitos adversos, comunicação e documentação fecham o ciclo.
Interação didática
Os esquemas são originais, qualitativos e educacionais. Eles ajudam a construir um raciocínio; não reproduzem um monitor nem validam diagnóstico.
Laboratório de raciocínio
Compare três cenários e descubra quais sinais concordam, quais divergem e qual verificação tem maior prioridade.
Qual verificação tem maior prioridade?
Laboratório de raciocínio
Percorra as oito perguntas que conectam alteração, sinal, paciente, fisiologia, ação e reavaliação.
Etapa 1
Qual variável, curva ou tendência mudou — e em quanto tempo?
Laboratório de raciocínio
Explore ECG, pletismo, EtCO₂, PAI e EEG sem assumir artefato ou crise antes da confirmação.
Cadeia a percorrer
Fundamentos
Uma alteração ganha significado quando é colocada ao lado do exame, do baseline, da curva e de uma medida independente. Gravidade clínica e suporte vital não devem esperar uma investigação técnica completa.
Antes da indução
O checklist interativo separa paciente, monitores, alarmes, via aérea, acessos, infusões, equipamentos e plano. As marcações existem apenas na sessão local e não alteram o conteúdo publicado.
Limites de alarme são individualizados; esta página não propõe thresholds universais.
Hemodinâmica
Hipotensão e hipertensão exigem confirmar a medida, integrar ritmo, fluxo, resistência, retorno venoso, função ventricular, obstrução, sangramento, fármacos e contexto.
Oxigenação e ventilação
Pletismografia, entrega de oxigênio, via aérea, ventilação, perfusão e circuito precisam ser percorridos como uma cadeia. Ausência ou mudança de curva nunca deve ser interpretada fora do paciente.
ECG e ritmo
Bradicardia, taquicardia, arritmia e “assistolia” aparente são reconhecidas com ECG de qualidade, pulso mecânico, pressão, oxigenação e contexto. Tratamento avançado permanece nos protocolos.
PAI e PANI
Divergência entre PAI e PANI pede simultaneidade, sítio, nivelamento, zero, curva, damping, manguito, movimento, ritmo e confirmação independente.
EEG e BIS
BIS alto não prova consciência; BIS baixo não prova excesso anestésico. SQI, impedância, eletrodos, cautério, idade, agente, hipotermia, perfusão e bloqueio neuromuscular alteram interpretação.
NIRS
Oxigenação, CO₂, hemoglobina, pressão, débito, posição, drenagem venosa e fator cirúrgico precisam ser integrados. Dispositivos e valores não são automaticamente intercambiáveis.
Bloqueio neuromuscular
Montagem, estímulo, nervo/músculo, temperatura, fármacos, tempo e método quantitativo determinam a leitura. Quatro respostas não asseguram recuperação completa.
Temperatura e glicemia
Temperatura exige conferir sítio/sensor e balanço térmico; glicemia exige método, amostra, perfusão, interferentes e possível atraso intersticial. Tratamento automático por uma leitura isolada é bloqueado conceitualmente.
Coagulação
Fonte cirúrgica, amostra, anticoagulantes, plaquetas, fibrinogênio, fatores, fibrinólise, temperatura, pH, cálcio e diluição formam a avaliação. Exame alterado isolado não determina transfusão.
Diurese
Tempo, volume, peso, cateter, bexiga, perfusão, congestão, sangramento, fármacos e função renal precisam ser integrados. A página não gera bolus de fluido.
Perda de sinal
ECG, pletismo, EtCO₂, PAI e EEG possuem cadeias próprias. Outro canal fisiológico ajuda a distinguir falha técnica de deterioração verdadeira.
Modo crise
O modo crise reduz texto, apresenta uma etapa por vez e encaminha para protocolos terapêuticos. Não reescreve anafilaxia, MH, LAST, CICO, hemorragia, broncoespasmo ou parada.
Banco, revisão e acessibilidade
Nós, conexões, tipos, prioridades, referências, checklists, versões e status vêm do banco. O renderer oferece fluxo visual e alternativa textual, funciona por teclado, respeita movimento reduzido e não executa código arbitrário do conteúdo.
Ferramentas cognitivas
Pesquise por sinal, categoria ou cenário. Apenas o fluxo selecionado é renderizado; protocolos terapêuticos permanecem em seu módulo próprio.
Crises · versão 2.0 · revisado em setembro de 2026
Uma interface de baixa carga cognitiva para reconhecer gravidade e abrir o protocolo correto.
Início · Início
Interrompa tarefas não essenciais, olhe o paciente e chame ajuda.
Fontes desta etapa
À beira do leito
Um ciclo portátil para reduzir atalhos diagnósticos.
Pausa ativa por categorias; limites permanecem individualizados.
Referências e rastreabilidade