Intubação traqueal acordada | AnesBase
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Revisado3 fontes vinculadas

Intubação traqueal acordada

Topicalização, oxigenação, sedação mínima e confirmação traqueal antes da indução.

Conteúdo revisado · Revisado em 2026-09-18

Monitorização Via aérea

Auditoria de completude

100% dos critérios clínicos preenchidos

Checklist completo
Resumo prático
  • Estratégia para estabelecer a via aérea mantendo ventilação espontânea e cooperação antes da indução.
  • Topicalização eficaz é o componente central; sedação é opcional e deve permanecer cautelosa.
  • A anestesia geral só começa depois de confirmação traqueal visual e por capnografia.
Indicações
  • Considerar quando a indução possa tornar ventilação, intubação ou acesso invasivo de resgate mais difíceis ou perigosos.

Mapa mental da técnica

Do fundamento à recuperação

Uma leitura sequencial para conectar mecanismo, fisiologia, execução e transição sem transformar o conteúdo em receita fixa.

  1. 01 · Fundamento

    O que a técnica pretende produzir

    • Mantém ventilação espontânea e proteção de via aérea enquanto se estabelece acesso traqueal em pacientes selecionados.
    • Topicalização eficaz é o eixo da técnica; sedação não corrige anestesia tópica inadequada.
  2. 02 · Fisiologia

    O que muda no paciente

Princípios e objetivos
  • Mantém ventilação espontânea e proteção de via aérea enquanto se estabelece acesso traqueal em pacientes selecionados.
  • Topicalização eficaz é o eixo da técnica; sedação não corrige anestesia tópica inadequada.
Fisiologia aplicada
  • Sedação excessiva pode causar obstrução, hipoventilação e perda de cooperação antes de assegurar a via aérea.
Contraindicações / cautelas
  • Recusa ou impossibilidade de cooperação podem impedir a técnica; sangramento, secreção, urgência e alergia ou toxicidade de anestésico local modificam a estratégia.
Pré-requisitos
  • Consentimento, briefing, oxigenação contínua, sucção, topicalização, dispositivo primário e alternativo, limite de tentativas e plano para falha.
Preparação
  • Consentimento, estratégia, ergonomia, oxigênio, sucção, checklist, plano para falha e profissional independente para sedação quando possível.
  • Preparar dispositivo primário e alternativo e testar topicalização.
Execução conceitual
  • Oxigenar → topicalizar e testar → sedar minimamente se necessário → limitar tentativas → confirmar visualmente e com capnografia.
Passo a passo
  • Explicar e posicionar, iniciar oxigenação, topicalizar e testar a mucosa, titular sedação somente se necessária e avançar o dispositivo sob visão.
  • Confirmar posição traqueal em dois pontos antes de induzir anestesia geral.
Monitorização
  • Monitorização básica contínua, capnografia quando sedação comprometer comunicação ou ventilação e vigilância de dose total de anestésico local.
Abrir Monitorização
Via aérea
  • Videolaringoscópio, broncoscópio flexível ou técnica combinada são escolhidos conforme anatomia, acesso, secreção e experiência.
Ajustes por contexto
  • Cooperação, ansiedade, OSA, obesidade, obstrução e anatomia alteram dispositivo, posição e necessidade de sedação.
Manutenção e recuperação
  • Vigiar toxicidade de anestésico local, trauma e efeito residual da topicalização antes de ingestão.
Populações e contextos especiais
  • Sangramento, secreção, baixa cooperação e anatomia podem favorecer videolaringoscópio, broncoscópio ou abordagem combinada.
Complicações
  • Toxicidade de anestésico local, sedação excessiva, obstrução, hipoxemia, sangramento, trauma, tosse intensa e falha.
Falha da técnica / resgate
  • Interromper tentativas malsucedidas, reoxigenar, tratar fatores reversíveis e executar a alternativa acordada; evitar induzir sem via aérea confirmada.
Alertas de segurança
  • Sedação não substitui topicalização.
  • Não iniciar anestesia geral antes de confirmar posição traqueal.
Síntese da evidência
  • Diretriz DAS de intubação acordada recomenda oxigênio, checklist, topicalização testada, sedação mínima cautelosa e limite de tentativas.
Integrações clínicas
Via aéreaDrogas anestésicas

Referências e status editorial

3 referênciasMillerBarashDAS
Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.
  • Sedação excessiva pode causar obstrução, hipoventilação e perda de cooperação antes de assegurar a via aérea.
  • 03 · Execução

    Como a estratégia progride

    • Oxigenar → topicalizar e testar → sedar minimamente se necessário → limitar tentativas → confirmar visualmente e com capnografia.
    • Induzir anestesia somente após confirmação traqueal em dois pontos.
  • 04 · Transição

    Como manter, recuperar e reavaliar

    • Vigiar toxicidade de anestésico local, trauma e efeito residual da topicalização antes de ingestão.
  • Farmacologia aplicada
    • Anestésico local de mucosa e sedativos exigem cálculo cumulativo e titulação conservadora; doses ficam nas páginas das drogas.
    O que esta técnica não faz
    • Não garante sucesso e não é sinônimo de fibroscopia; o dispositivo depende do contexto.
  • Induzir anestesia somente após confirmação traqueal em dois pontos.
  • Abrir Via Aérea
    Ventilação
    • Preservar ventilação espontânea; obstrução ou hipoventilação exige pausa, reposicionamento, oxigenação e escalada do plano.
    Abrir Ventilação
    Drogas relacionadas
    • Anestésico local tópico e sedativos ou analgésicos titulados pertencem às páginas das drogas, com soma cumulativa de anestésico local.
    Abrir Drogas
    Monitorização

    Referência e ferramentas para anestesiologia.

    Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

    Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

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    Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

    Versão 0.1.0 · revisão contínua

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