Tramadol | AnesBase
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Revisado

Opioides

Tramadol

Opioide atípico / inibidor de recaptação monoaminérgica

Nome comercial cadastrado: Apresentações isoladas e combinadas variam por fabricante

IVVO
DosesMecanismoPK/PDEfeitosDiluiçãoInfusãoAjustesAlertasInteraçõesReferências

01 · Analgesia

Dor moderada a intensa
Baseado em bula oficial

Faixa prática

50–100 mg IV lenta ou IM; repetir a cada 4–6 h; máximo 400 mg/dia na bula citada

SmPC/Tramadol

50–100 mg IV lenta ou IM; repetir a cada 4–6 horas; máximo 400 mg/dia, salvo circunstâncias especiais descritas na bula.

A cada 4–6 h

  • Administrar IV lentamente em 2–3 minutos.
Calculadora

Resultado calculado

50–100 mg

Com os valores informados localmente

02 · Adulto

Dor aguda — via oral
Fonte: DailyMed — Tramadol 2026

Faixa prática

50–100 mg VO a cada 4–6 horas conforme necessidade; máximo 400 mg/dia na rotulagem consultada.

DailyMed — Tramadol 2026

50–100 mg VO a cada 4–6 horas conforme necessidade; máximo 400 mg/dia na rotulagem consultada.

A cada 4–6 h

  • Não usar em pediatria fora das regras regulatórias.
  • Revisar interações serotoninérgicas e CYP2D6.
Calculadora

Resultado calculado

50–100 mg

Com os valores informados localmente

03 · CrCl < 30 mL/min

Insuficiência renal grave — via oral
Fonte: DailyMed — Tramadol 2026

Faixa prática

50–100 mg VO a cada 12 horas; máximo 200 mg/dia na rotulagem consultada.

DailyMed — Tramadol 2026

50–100 mg VO a cada 12 horas; máximo 200 mg/dia na rotulagem consultada.

A cada 12 h

  • Não extrapolar este regime para formulação parenteral.
Calculadora

Resultado calculado

50–100 mg

Com os valores informados localmente

04 · Disfunção hepática grave

Insuficiência hepática grave — via oral
Fonte: DailyMed — Tramadol 2026

Faixa prática

50 mg VO a cada 12 horas na rotulagem consultada.

DailyMed — Tramadol 2026

50 mg VO a cada 12 horas na rotulagem consultada.

A cada 12 h

  • Titular e observar sedação, ventilação e interações.
Calculadora

Resultado calculado

50 mg

Com os valores informados localmente

05 · Idoso

Idade acima de 75 anos — via oral
Fonte: DailyMed — Tramadol 2026

Faixa prática

Não exceder 300 mg em 24 horas na rotulagem consultada; titular a dose individual e o intervalo.

DailyMed — Tramadol 2026

Não exceder 300 mg em 24 horas na rotulagem consultada; titular a dose individual e o intervalo.

Limite diário

  • Não transformar o limite em alvo terapêutico.
Calculadora

Resultado calculado

300 mg

Com os valores informados localmente

Mecanismo em movimento

Do alvo ao efeito de Tramadol.

A sequência visual organiza o mecanismo já revisado no banco. O conteúdo farmacológico completo permanece logo abaixo.

Ir para conteúdo
OpioideReceptor μGi/oAntinocicepçãoOpioideReceptor μGi/oAntinocicepção
01

receptor

μ-opioide

Gi/o → ↓ Ca²⁺, ↑ K⁺ e ↓ nocicepção

02

Transdução

O sinal muda

Gi/o → ↓ AMPc

03

Efeito clínico

Analgesia

Ativa receptores opioides, sobretudo μ, reduzindo transmissão nociceptiva e a resposta autonômica ao estímulo.

04

Mesmo mecanismo, outro contexto

Benefício e risco coexistem

Depressão ventilatória

Revisado e publicadoMiller + Barash

Mecanismo de ação

Ativa receptores opioides, sobretudo μ, reduzindo transmissão nociceptiva e a resposta autonômica ao estímulo.

DosesAlertasComparar mecanismos
AlvoReceptor μ
TransduçãoGi/o
Resultado↓ Nocicepção
Diagrama esquemático original; não representa escala anatômica ou molecular.
Alvo e mecanismo primário

Agonismo μ acoplado à proteína Gi/o, com menor adenilil ciclase, menor entrada de Ca²⁺ pré-sináptico e maior saída de K⁺ pós-sináptico.

receptor

μ-opioide · agonista

Gi/o → ↓ Ca²⁺, ↑ K⁺ e ↓ nocicepção. Analgesia

Vias e sítios de ação
Alertas de segurança ligados ao mecanismo
  • Depressão ventilatória pode persistir ou recorrer após antagonização; monitorizar adequadamente.

Referências do mecanismo

2 referênciasMillerBarash
Efeitos clínicos por sistema

Cardiovascular

Bula oficial

Efeitos cardiovasculares tendem a ser modestos, mas hipotensão, síncope e instabilidade podem ocorrer, sobretudo com associações.

Undesirable effects; interactions

Respiratório

Bula oficial

Depressão respiratória é possível e aumenta com dose, metabolização ultrarrápida e outros depressores. Não descrever Tramadol como respiratoriamente isento.

Warnings; interactions

Neurológico / SNC

Bula oficial

Pode causar sedação, tontura, convulsões e síndrome serotoninérgica; variabilidade CYP2D6 altera resposta.

Warnings; undesirable effects

Renal / hepático

Bula oficial

Tramadol e metabólitos são eliminados principalmente pelos rins; rim/fígado comprometidos prolongam eliminação e exigem rever intervalo.

Pharmacokinetic properties; posology

Farmacocinética e farmacodinâmica

Início de ação

Bula oficial

Após IM, pico sérico médio ocorre em cerca de 45 minutos; IV deve ser administrado lentamente.

Pharmacokinetic properties; method of administration

Pico

Bula oficial

Pico e efeito variam com via e formação de O-desmetiltramadol.

Pharmacokinetic properties

Duração

Bula oficial

Duração analgésica depende da dose e do metabolismo; o SmPC usa intervalos clínicos, não um alvo de concentração.

Posology

Meia-vida

Diluição e preparo

Diluição segundo SmPC

Bula oficial

Conforme dose e concentração final prescritas

Compatível com cloreto de sódio 0,9% ou glicose 5% nas condições descritas pelo fabricante.

A apresentação e a bula do produto disponível prevalecem.

Infusão e bomba manual

As calculadoras vinculadas às doses mostram fórmula, peso, concentração e conversão para mL/h. Diluições institucionais somente aparecem quando possuem protocolo ou fonte vinculada.

Abrir calculadora de bomba
Ajustes e populações especiais

Idoso

Bula oficial

Acima de 75 anos, eliminação pode prolongar; considerar ampliar intervalo conforme necessidade clínica.

Posology — elderly

Obesidade

Miller e Barash

Sem regra de peso automática validada; dose é titulada por intensidade da dor e resposta.

Miller/Barash — analgesia

Insuficiência renal

Bula oficial

Eliminação atrasa; considerar aumento do intervalo. Não usar como escolha “segura no renal” sem nuance.

Posology — renal impairment

Interações importantes

Agonistas parciais ou agonistas-antagonistas opioides

Alerta

Podem reduzir analgesia de agonista pleno ou precipitar retirada em pessoa dependente.

Relevância: Resposta analgésica imprevisível e possível abstinência.

Conduta: Revisar exposição crônica e plano perioperatório; não compensar automaticamente com dose maior.

Inibidores de CYP2D6

Alerta

Reduzem formação de M1 e elevam Tramadol, podendo alterar simultaneamente analgesia e toxicidade.

Relevância: Falha analgésica, retirada ou eventos adversos, conforme contexto.

Conduta: Não corrigir automaticamente com dose maior; reavaliar o analgésico.

Relações clínicas

Monitorização relacionada

  • Capnografia
  • BIS / EEG processado
  • Oximetria

Técnicas relacionadas

  • Analgesia multimodal
  • Técnicas poupadoras de opioide
  • Sedação / MAC

Anestesias complexas relacionadas

  • Obesidade
  • OSA

Referências e rastreabilidade

7 referênciasMillerBarashANVISA+4
Apresentações e formulações

Confirme fabricante, concentração, excipientes e rotulagem da apresentação realmente disponível.

Tramadol + paracetamol (produto consultado)

Brasil

Comprimido combinado · Tramadol 37,5 mg + paracetamol 325 mg

Embalagem conforme registro consultado

Cloridrato de tramadol + paracetamol

Apresentação brasileira consultada na base oficial da ANVISA; conferir fabricante/registro vigente.

Tramadol 50 mg/mL

Reino Unido

Solução para injeção/infusão · 50 mg/mL

Ampolas de 1 mL ou 2 mL na referência consultada

Cloridrato de tramadol

SmPC internacional; não prova apresentação brasileira.

Vias, usos e status regulatório

IV/IM/SC · Dor moderada a intensa

Revisado

Indicação rotulada no SmPC consultado.

Reino Unido · eMC — Tramadol injection

Contextos clínicos, segurança e controvérsias

Mecanismo duplo

Tópico clínicoBula oficial

O efeito combina receptor opioide e vias monoaminérgicas; isso diferencia Tramadol de agonistas μ puros.

  • •O-desmetiltramadol é clinicamente ativo.
  • •CYP2D6 altera intensidade do componente opioide.
  • •Analgesia imprevisível não deve ser corrigida por redose automática.

Convulsão e serotonina

Tópico clínicoBula oficial

Convulsões podem ocorrer em dose terapêutica e o risco aumenta com dose, epilepsia e fármacos que reduzem limiar; síndrome serotoninérgica é risco distinto.

Comparação clínica

Tramadol × Morfina

Mecanismo
Tramadol combina atividade μ e monoaminérgica; Morfina é agonista μ ativo sem dependência de CYP2D6 para ativação.
Hemodinâmica
Ambas podem deprimir ventilação; Tramadol acrescenta risco serotoninérgico e de convulsão.
Diferença prática
Tramadol não deve ser tratado como “opioide fraco e seguro” nem convertido por fator fixo.
Evidência
Comparação qualitativa; farmacogenética baseada em CPIC.
Alertas de segurança
  • Revisar fármacos serotoninérgicos e reconhecer síndrome serotoninérgica precocemente.
  • Convulsões podem ocorrer em doses recomendadas; risco aumenta com fatores predisponentes e interações.
  • Evitar Tramadol em metabolizadores pobres ou ultrarrápidos conforme CPIC; não compensar falha aumentando automaticamente a dose.
  • Contabilizar separadamente Tramadol e paracetamol para evitar duplicidade e excesso diário.

Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

  • Corno dorsal da medula
  • Tronco encefálico
  • Circuitos supraespinais
  • Gi/o → ↓ AMPc
  • ↓ liberação de neurotransmissores nociceptivos
Início, duração e metabolismo

Início: Equilíbrio plasma–sítio de efeito e lipossolubilidade governam o início.

Duração: Redistribuição, metabolismo e meia-vida contexto-sensível definem a duração.

Metabolismo: A via metabólica e metabólitos ativos distinguem acúmulo e duração entre opioides.

Efeitos clínicos
  • Analgesia
  • Atenuação da resposta ao estímulo
  • Sedação
Efeitos adversos e racional
  • Depressão ventilatória
  • Bradicardia
  • Rigidez de parede torácica em administração rápida de altas doses
  • Maior risco com apneia do sono, fragilidade e associação com sedativos.
Interações mecanísticas
Fármacos associados: Sinergismo com hipnóticos e anestésicos inalatórios aumenta depressão ventilatória e hipnose. Conduta: Titular, monitorizar e revisar o plano anestésico.
Populações e variabilidade
  • Gestação, extremos de idade e fragilidade alteram farmacocinética e sensibilidade farmacodinâmica; individualizar e monitorizar.
  • Exposição repetida, regulação de receptores e alterações farmacocinéticas podem modificar a resposta; titular pelo efeito clínico.
Pérolas e limitações
  • Separar analgesia de hipnose e titular ao estímulo.
  • A relação entre mecanismo molecular e resposta clínica não é totalmente linear.
  • Associações anestésicas e comorbidades podem predominar sobre o efeito isolado.
Bula oficial

Meia-vida de eliminação é prolongada em idosos muito avançados e disfunção renal/hepática; o metabólito ativo também se prolonga.

Pharmacokinetic properties

Meia-vida contexto-sensível

Miller e Barash

Não é um opioide de TCI/infusão anestésica contextual; evitar importar conceitos de remifentanil.

Miller/Barash — analgesia

Ligação proteica

Bula oficial

Ligação proteica é baixa/moderada na referência consultada.

Pharmacokinetic properties

Volume de distribuição

Bula oficial

Apresenta alta afinidade tecidual e ampla distribuição.

Pharmacokinetic properties

Metabolismo

Guideline externo

CYP2D6 forma M1; CYP3A4 e outras vias participam da depuração. Fenótipo e interações podem reduzir analgesia ou aumentar exposição e toxicidade.

CPIC tramadol recommendations; DailyMed drug interactions

Eliminação

Bula oficial

Tramadol e metabólitos são excretados quase completamente pelos rins.

Pharmacokinetic properties

Insuficiência hepática

Bula oficial

Eliminação atrasa; considerar aumento do intervalo.

Posology — hepatic impairment

Gestação

Bula oficial

Atravessa placenta; uso regular pode causar dependência/retirada neonatal. Avaliar lactação conforme rotulagem.

Pregnancy/lactation

Moduladores CYP2D6/CYP3A4

Alerta

Mudam exposição ao Tramadol e formação do metabólito ativo.

Relevância: Eficácia ou toxicidade tornam-se imprevisíveis.

Conduta: Revisar medicações e farmacogenética quando disponível; não compensar automaticamente.

Benzodiazepínicos, hipnóticos, álcool e outros depressores do SNC

Crítico

Somação de sedação, perda do tônus de via aérea e depressão ventilatória/hemodinâmica.

Relevância: Pode causar sedação profunda, obstrução, apneia, hipotensão, coma e morte.

Conduta: Titular separadamente, monitorizar ventilação e manter capacidade de resgate.

ISRS, IRSN, tricíclicos, IMAO e outros serotoninérgicos

Crítico

Somação de atividade serotoninérgica.

Relevância: Síndrome serotoninérgica potencialmente grave.

Conduta: Revisar coadministrações e contraindicações; monitorizar sinais compatíveis.

Serotonérgicos e IMAO

Crítico

Somação serotoninérgica pode causar síndrome serotoninérgica; IMAO também ampliam risco grave.

Relevância: Agitação, hiperreflexia/clônus, hipertermia e instabilidade podem ocorrer.

Conduta: Revisar exposição recente e evitar combinações contraindicadas.

Dor crônica
  • •Não confundir tremor isolado com diagnóstico completo.
  • •Revisar antidepressivos, IMAO e outros pró-convulsivantes.
  • •Interromper e manejar conforme protocolo se suspeito.

Analgesia não é hipnose

Tópico clínicoMiller e Barash

O efeito opioide é predominantemente analgésico/antinociceptivo. Não garante inconsciência, amnésia ou imobilidade.

  • •BIS não mede diretamente analgesia.
  • •Resposta motora, autonômica e memória são desfechos diferentes.
  • •Associação com hipnótico eleva risco respiratório e cardiovascular.

Ventilação e via aérea

Efeito adversoBula oficial

Ativação μ reduz a resposta ventilatória ao CO₂, pode diminuir frequência respiratória e produzir padrão irregular, sedação, obstrução ou apneia.

  • •O risco depende de dose, velocidade, idade, OSA e associações.
  • •Oxigênio suplementar pode retardar a queda de SpO₂ apesar de hipoventilação.
  • •A avaliação exige observação clínica e capnografia quando indicada.

Tolerância, dependência física e OUD

PrecauçãoBula oficial

Tolerância, dependência física e transtorno por uso de opioides são conceitos diferentes e não devem ser usados como sinônimos.

  • •Não aplicar multiplicador automático de dose.
  • •Evitar retirada abrupta de terapia crônica sem plano.
  • •Integrar analgesia multimodal, regional e coordenação com a equipe assistente.

Antagonização com Naloxona

MonitorizaçãoBula oficial

Naloxona pode reverter depressão respiratória, mas também analgesia, e pode precipitar dor, resposta simpática ou retirada.

  • •Via aérea e ventilação não devem aguardar o antagonista.
  • •Pode ocorrer renarcotização quando o opioide dura mais que a Naloxona.
  • •Titular ao objetivo clínico e manter reavaliação.

Mecanismo duplo não significa risco baixo

FarmacodinâmicaBula oficial

Tramadol combina componente opioide e monoaminérgico; isso cria riscos próprios e não o transforma em analgésico “não opioide”.

  • •Pode causar depressão respiratória.
  • •Pode causar convulsões.
  • •Pode causar síndrome serotoninérgica.

CYP2D6 e M1

FarmacodinâmicaGuideline externo

Metabolizadores pobres produzem menos M1 e podem ter analgesia insuficiente; ultrarrápidos podem ter maior toxicidade opioide.

  • •CPIC recomenda evitar Tramadol em fenótipos pobre e ultrarrápido.
  • •Não aumentar a dose automaticamente na falha analgésica.
  • •Inibidores de CYP2D6 podem alterar eficácia e perfil adverso.

Síndrome serotoninérgica

Efeito adversoBula oficial

O risco aumenta com outros fármacos serotoninérgicos e pode ocorrer dentro das doses recomendadas.

  • •Revisar antidepressivos, IMAO e outras coadministrações.
  • •Avaliar estado mental, hiperatividade autonômica e achados neuromusculares.
  • •Não confundir isoladamente febre, tremor ou agitação com diagnóstico fechado.

Convulsões

Efeito adversoBula oficial

Convulsões podem ocorrer em dose recomendada; risco aumenta com exposição maior e fármacos que reduzem o limiar convulsivo.

  • •História de epilepsia exige cautela específica.
  • •Revisar antidepressivos, antipsicóticos e outras coadministrações.
  • •Síndrome serotoninérgica e convulsão são riscos relacionados, mas não idênticos.

Ajustes de intervalo na disfunção orgânica

População especialBula oficial

A rotulagem oral consultada fornece regimes específicos para insuficiência renal grave e hepática grave; eles não devem ser importados automaticamente para a formulação parenteral.

  • •CrCl abaixo de 30 mL/min: intervalo oral maior e limite diário específico na fonte.
  • •Insuficiência hepática grave: regime oral reduzido na fonte.
  • •Confirmar formulação, via e jurisdição antes de aplicar.

Idoso

População especialBula oficial

Acima de 75 anos, a rotulagem oral consultada limita a dose total diária; fragilidade, OSA e coadministrações podem exigir ainda mais cautela clínica.

  • •Não aplicar a regra de idade a outra via sem validação.
  • •Monitorizar ventilação e consciência.
  • •Evitar empilhamento por latência de efeito.

Tramadol + paracetamol

MonitorizaçãoBula oficial

Apresentações combinadas brasileiras exigem contabilizar os dois princípios ativos.

  • •A apresentação consultada contém 37,5 mg de Tramadol + 325 mg de paracetamol por comprimido.
  • •Somar o paracetamol de todas as prescrições.
  • •Não usar automaticamente a dose do Tramadol isolado para o produto combinado.

Pediatria

ContraindicaçãoBula oficial

A rotulagem dos EUA consultada contraindica uso abaixo de 12 anos e após tonsilectomia/adenoidectomia abaixo de 18 anos, com cautelas adicionais em adolescentes com risco respiratório.

  • •Confirmar a regulamentação local.
  • •Não extrapolar dose adulta.
  • •OSA, obesidade e doença respiratória ampliam risco.

Referência e ferramentas para anestesiologia.

Plataforma de anestesiologia para consulta clínica, estudo, referência e ferramentas perioperatórias.

Ferramenta de apoio para profissionais habilitados. As informações devem ser conferidas com referências atualizadas, protocolos institucionais e julgamento clínico. Não substitui avaliação médica individual.

Plataforma

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Conteúdos

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  • Ventilação
  • Monitorização
  • Técnicas anestésicas
  • Bloqueios periféricos

Conteúdo clínico em revisão contínua, apoiado por Miller, Barash, guidelines e fontes regulatórias quando aplicável.

Versão 0.1.0 · revisão contínua

© 2026 AnesBase

Decisão clínica

  • Anestesias complexas
  • Protocolos e checklists
  • Pediatria
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